domingo, 20 de setembro de 2009

Je préfère le goût du vent, amour.

Essas questões de, o que é o amor, de como sentimos, de como e quando acontece, é bastante complicado nê?Crescemos ouvindo que o amor é o maior e mais intenso,dos sentimentos,que vem quando a gente menos espera e que nos faz sofrer.
Bem tenso, quando lembro do que foi sentir o 'amor', pela primeira vez.'Primeiro amor, a gente nunca esquece!'; na verdade, não só o primeiro, mas também vários, que passam, e virão passar durante a vida. Desde a primeira namorada complicada libriana, que me fez chorar e tomar atitudes desesperadamente não pensadas, até a esquisita antipática arrogante que reprimiu tudo que sentia por mim ( e vice-versa ) pra se arrepender depois.
Daí engraçado né, jamais julgue alguém pelo tempo de vida que ela viveu, quem sabe esse coração novo, sentiu mais que muita gente e até quando não precisava.
Como disse Roberto Freire, 'a gente não sente amor pelas pessoas, e sim, com as pessoas' independente do que ela vive, viveu ou deixou de viver.
Amor não é chegado em fazer contas, nem a obedecer á razão; a parada é deixar acontecer.
Se for pra sofrer que seja, se for pra dar certo, melhor ainda, só não tenta controlar antes da hora, pra não foder a mente depois.
E olha, se conselho fosse bom, a gente vendia, e se não for pra seguir o coração queridinha,
je préfère le goût du vent.

Um comentário:

  1. "não tenta controlar antes da hora, pra não foder a mente depois."

    você disse bem .. o amor podia ser tratado de um jeito mais fácil e leve como o vento.. há quem diga que isso é possível ou pelo menos seria um bom conselho..

    Um plié pra você, bjss..

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